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Familiares de pessoas que vieram a falecer no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, denunciam que os corpos não estão sendo liberados do necrotério e, por isso, estão se acumulando. Os salários estão atrasados e não há funcionários para liberar os papéis para o Instituto Médico-Legal (IML).
Parentes de Rogério Melo, que morreu em um acidente de carro na madrugada de sábado (21), afirmam que o corpo foi liberado apenas na noite de segunda-feira (23).
“Disseram que estava faltando um funcionário para emitir um documento até a delegacia. Aguardamos quase 48 horas”, destacou Marcieli Belfino, tia de Rogério.
A irmã da vítima do acidente afirmou que a unidade não contava com médicos para dar a notícia sobre o falecimento. Eles souberam por um agente do Corpo de Bombeiros.
Os salários dos funcionários estão atrasados há 20 dias e, por isso, muitos não têm dinheiro para ir trabalhar. Por meio de bilhetes, os trabalhadores denunciam que, além do pagamento, os alimentos estão estragados, faltam macas e que a unidade de saúde estaria superlotada.
A Secretaria Municipal de Saúde confirma que há um atraso nos salários e que vai cobrar da Organização Social que administra o local sobre as denúncias.
Fonte: G1
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