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Proposto pelo prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB) como forma de incentivar a vacinação em São Paulo, o chamado "passaporte da vacina" não pode ser visto como alternativa ou "liberação" de outras medidas restritivas contra a circulação do novo coronavírus.
Avaliada como positiva, a medida que pretende exigir que eventos de grande porte cobrem de seus frequentadores o comprovante de imunização contra a covid-19 ainda não tem data definida para entrar em vigor. Para bares e restaurantes, essa medida será opcional.
O plano da gestão municipal é lançar, até o começo da semana que vem, um aplicativo com as informações vacinais do cidadão, mas pessoas de outras cidades ou sem acesso à internet poderão utilizar a carteira física fornecida pelo serviço de saúde.
A exigência será que as pessoas estejam com o esquema vacinal em dia. Então, se o cidadão tomou apenas uma dose e ainda não chegou a data para a segunda, não há problema. Mas, se estiver atrasado, pode ser impedido de entrar nos locais. Os lugares que desrespeitarem a medida podem ser multados.
FONTE: UOL
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